domingo, 1 de julho de 2018

Relação tóxica


Falar de violência doméstica é sempre um assunto muito polêmico. Principalmente nos dias de hoje, onde os meios de comunicação fazem um sensacionalismo maciço sobre o assunto. Mas a verdade é que na maioria das vezes as agressões verbais e físicas são mútuas. Porém, a mulher, em alguns casos, devido a força física masculina, leva a pior. Vide as estatísticas.

Como eu não quero colocar mais lenha na fogueira, eu prefiro não me estender muito no tema. Até mesmo porque depois quem vai ser incinerado com requintes de crueldade sou eu. Mas uma tostadinha de leve é sempre bem-vinda: há muitos homens apanhando das mulheres por aí. E isso não sai nas estatísticas. Cruel!

Existe um clichê muito difundido no cotidiano: eles se agridem, mas se amam. Será? A psicologia chama isso de relação tóxica. E isso é uma doença! Ninguém gosta de ninguém nessa história. Assim como existe dependência de uma droga, também existe de pessoas. Por isso o nome: relação tóxica! Ou seja, é algo prazeroso, mas que vai minando cada um de forma lenta e invisível. E esse tipo de contato emocional funciona até o exato momento em que uma dessas pessoas se "cura", e diz: Basta!


Pode parecer que eu estou querendo fazer uma defesa dos homens, mas não é bem assim. Só penso que alguns mitos devem cair.


segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Ninguém muda


Uma mulher sempre tem a esperança de que o homem vai mudar ou que vai conseguir mudá-lo.
Um homem tem a mais completa certeza de que a mulher não vai mudar nunca.
Engraçado essas inversões, não é? A verdade nua e crua é que ninguém muda. Enfim, temos um código secreto de conduta intransponível.

Para falar a verdade, as pessoas mudam sim! Mudam em outro relacionamento.
Vamos entender isso? É mais ou menos assim: algumas pessoas despertam em nós o que temos de melhor; outras pessoas despertam em nós o que temos de pior.
Exemplo: Imagine uma mulher estressada e impaciente com um marido que não é muito dinâmico. Não vai prestar! Ela só vai se irritar mais com a letargia desse sujeito.
Ou de outra forma: Imagine um marido possessivo e ciumento com uma mulher muito sociável e assediada. Está pronta a festa! Ela só vai potencializar as neuroses desse infeliz.

Resumindo: fique com alguém que esteja o mais próximo possível de seus anseios.

Obs: Seria cômico se não fosse cruel: Acredito piamente que mulher não muda. Nem em outro relacionamento. 


domingo, 6 de agosto de 2017

Relações fast food

Segundo pesquisas, paixões duram apenas 2 anos. Como isso é verdade! Qualquer casinho mais intenso por aí tem essa durabilidade. E são sempre regados a muito sexo, idealizações do outro e sonhos que não se aprumam. Depois vão brochando, brochando... Parece até uma ciência exata.  Enfim, estamos vivendo a era das relações fast food.

Então, podemos chegar a seguinte conclusão:

Conquistar uma pessoa na carência ou nos impulsos de uma paixão é o mesmo que escolher qualquer produto no supermercado. Ou seja, já vem com prazo de validade.

Geralmente essa condição se aplica somente para os homens, porque muitas vezes eles se aproveitam desse tipo de vulnerabilidade feminina. Porém, essa afirmação também serve para as mulheres.  Por que não?





segunda-feira, 31 de julho de 2017