sábado, 11 de agosto de 2018

Fake News!


Boatos verídicos existem! Eu mesmo já caí em alguns. Compartilhei! Depois entrei na real. Era fake! Mas o que fazer quando já se atirou a pedra? Pesquisar antes. Enfim, aprendi.

Mas o que me surpreendi mesmo é o tanto de gente sem cultura. Eles não acompanham os noticiários e parece que nunca leram um livro na vida. Ou seja, saem compartilhando sem critério algum. A culpa é de quem? Da escola? Fica o questionamento.

Uma das grandes vítimas dessa desinformação selvagem é a Rede Globo. Como a turminha das redes sociais falam besteiras! “Isso a Globo não mostra!” Quando, na realidade, foi a primeira manchete do Jornal Nacional.

De maneira geral, a TV Plim-Plim é bastante coerente em suas reportagens. A manipulação é muito mais contrária. Eles estão sempre querendo colocar a Globo como vilã. Não é bem assim. Praticamente é tudo Fake! Eles editam e colocam a opinião de um colunista como um todo.

Sabe como eu pego os desafetos da Globo? Com a seguinte pergunta: Manipula como? Me dê um exemplo. Pronto! Eles simplesmente se calam.

Também existem os extremos. Alguns políticos não gostam de dar entrevistas na Globo. Por quê? Simplesmente porque o que eles querem é um jornalista cordeirinho, que fica passando a mão na cabeça, como acontece em outros telejornais. 

O que circula na internet contra a rede hegemônica é tudo coisa de gente que se deixa levar por uma unanimidade duvidosa. Falta mais informação antes de postar besteiras. Pronto, falei!!!




terça-feira, 7 de agosto de 2018

O fim da violência


Alguém já disse que a violência vai se extinguir. Confesso que quando ouvi essa afirmação, eu fiz força para gerar um certo ceticismo dentro de mim, mas não consegui. E até hoje eu me pego tentando jogar uma onda de pessimismo dentro de mim.

A verdade é que o mundo já foi bem mais violento. Lembram-se das grandes guerras? Só Hitler matou milhões de pessoas. Sem falar da escravidão, algo extremamente atroz na história da humanidade.

Até mesmo aquela região do Oriente Médio vai se acalmar, pois as ditaduras do mundo estão caindo. Por que não naquelas plagas santas? Vejam a abertura de Cuba. Quiçá a Coréia do Norte, que demonstra uma certa flexibilidade. Porém, tudo é um processo lento. Pode demorar uns cem anos, mas vai acontecer.

Tudo passa por educação. Penso que o ser humano está se civilizando. Hoje existem leis. As câmaras estão por todos os lados.  A questão das mulheres, que sempre foram colocadas em segundo plano, está se modificando. Ou seja, cada vez mais elas estão conquistando espaço. E com isso a violência doméstica tende a diminuir consideravelmente.

Pode parecer que eu estou lunático ou utópico demais. Não é nada disso! Vai acontecer! A paz vai reinar no mundo. Porém, isso não significa que viveremos dentro de uma Ilha da fantasia, onde todo mundo é feliz.  
Enfim, a vida vai continuar sendo um verdadeiro exercício de sobrevivência, mas sem a violência que tanto nos assola.



domingo, 1 de julho de 2018

Relação tóxica


Falar de violência doméstica é sempre um assunto muito polêmico. Principalmente nos dias de hoje, onde os meios de comunicação fazem um sensacionalismo maciço sobre o assunto. Mas a verdade é que na maioria das vezes as agressões verbais e físicas são mútuas. Porém, a mulher, em alguns casos, devido a força física masculina, leva a pior. Vide as estatísticas.

Como eu não quero colocar mais lenha na fogueira, eu prefiro não me estender muito no tema. Até mesmo porque depois quem vai ser incinerado com requintes de crueldade sou eu. Mas uma tostadinha de leve é sempre bem-vinda: há muitos homens apanhando das mulheres por aí. E isso não sai nas estatísticas. Cruel!

Existe um clichê muito difundido no cotidiano: eles se agridem, mas se amam. Será? A psicologia chama isso de relação tóxica. E isso é uma doença! Ninguém gosta de ninguém nessa história. Assim como existe dependência de uma droga, também existe de pessoas. Por isso o nome: relação tóxica! Ou seja, é algo prazeroso, mas que vai minando cada um de forma lenta e invisível. E esse tipo de contato emocional funciona até o exato momento em que uma dessas pessoas se "cura", e diz: Basta!


Pode parecer que eu estou querendo fazer uma defesa dos homens, mas não é bem assim. Só penso que alguns mitos devem cair.


segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Ninguém muda


Uma mulher sempre tem a esperança de que o homem vai mudar ou que vai conseguir mudá-lo.
Um homem tem a mais completa certeza de que a mulher não vai mudar nunca.
Engraçado essas inversões, não é? A verdade nua e crua é que ninguém muda. Enfim, temos um código secreto de conduta intransponível.

Para falar a verdade, as pessoas mudam sim! Mudam em outro relacionamento.
Vamos entender isso? É mais ou menos assim: algumas pessoas despertam em nós o que temos de melhor; outras pessoas despertam em nós o que temos de pior.
Exemplo: Imagine uma mulher estressada e impaciente com um marido que não é muito dinâmico. Não vai prestar! Ela só vai se irritar mais com a letargia desse sujeito.
Ou de outra forma: Imagine um marido possessivo e ciumento com uma mulher muito sociável e assediada. Está pronta a festa! Ela só vai potencializar as neuroses desse infeliz.

Resumindo: fique com alguém que esteja o mais próximo possível de seus anseios.

Obs: Seria cômico se não fosse cruel: Acredito piamente que mulher não muda. Nem em outro relacionamento. 


domingo, 6 de agosto de 2017

Relações fast food

Segundo pesquisas, paixões duram apenas 2 anos. Como isso é verdade! Qualquer casinho mais intenso por aí tem essa durabilidade. E são sempre regados a muito sexo, idealizações do outro e sonhos que não se aprumam. Depois vão brochando, brochando... Parece até uma ciência exata.  Enfim, estamos vivendo a era das relações fast food.

Então, podemos chegar a seguinte conclusão:

Conquistar uma pessoa na carência ou nos impulsos de uma paixão é o mesmo que escolher qualquer produto no supermercado. Ou seja, já vem com prazo de validade.

Geralmente essa condição se aplica somente para os homens, porque muitas vezes eles se aproveitam desse tipo de vulnerabilidade feminina. Porém, essa afirmação também serve para as mulheres.  Por que não?





segunda-feira, 31 de julho de 2017